no escuro do céu nada mais havia senão um pensamento só e a ansiedade de um dia o perder nas linhas de uma mão a rebater um desenho estranho a crescer. eram riscos de uma vida ilinear, própria, minha. uma força que tinha sem saber, que senti quando o sol nasceu por querer a certeza de o ter.
polifonias a vibrar num corpo carregado pelo passado de uma alma morta depois do Amor. quebradiço numa palavra que corta e que se suspendeu num fio. pesado, cansado, um pouco tropo. mais um desvio a evitar o vazio. menos um passo em vão. mais uma dor no coração.


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