21 May 2008

Pois é, amigos,

Pois é… e sobre a complexidade da vida todos escrevem (desculpem o pleonasmo) e todos lêem (mais uma vez desculpem esta minha ousadia traiçoeira), mas são poucos os que a entendem. Porém, será necessário entendê-la para melhor enfrentá-la? Antevê-la? Relembrá-la? Não gostamos do imprevisível, daí que sejamos apenas uns clones dessa angústia na assembly line do cómodo, do confortavelmente menos difícil. Tais tormentos, qual bisturi, decepam as entranhas dos mais cépticos. Mas, perdoem-me a insistência, quem somos nós, seres vulneráveis e mortais, decapitados de deuses, políticos, teorias socráticas e kantianas e capitalismos corruptos (enumeração totalmente arbitrária)? Será que ficamos indefesos se tivermos a audácia (leia-se sensatez) de assumirmos a nossa pequenez em relação a ela mesma?
Pois é…( é o que faz terem inventado estas maquinetas virtuais onde quase tudo é motivo de interesse e curiosidade menos a essência da nossa própria existência – é mais fácil o faz-de-conta…)
P.S.: A redundância...é pior que o bicho-da-madeira...

1 comment:

Boa Noite said...

Realmente cada um de nós nasce com as suas aptidões, e não há dúvida de que as tuas são a literatura … sua devaneada …

Leandro Oliveira