
O dia era um ontem procurado em tempos antigos. O sol aquecia o frio de um coração ferido. Na brisa ninhos de liberdade eram guardados em mãos a tremer. Enquanto apertados, aconchegados ao peito, a música entoava serenamente. Folhas de ritmos e flores caíam como melodias fortes e doces.
Bailado de uma noite esquecida num amanhã que nunca chegou. As estrelas brilhavam no sorriso espontâneo. Constelação de passos lentos, sentidos, leves. Pernas desenhando no espaço gestos delicados. Esses abraços breves esperavam um chão de fogo.
Desejo de consolidar na fugacidade de um momento a união de ramos que cobriam pedaços de céu. Sem vacilo, um sonho pintou-se de verde e de repente voou para dentro de um olhar profundo. Na voz, as palavras eram asas inundadas de vida.
Raízes paradoxais. E na superfície do dia a noite profundamente nasce. Viram-se nesse instante. Sorriram quando queriam chorar e agarraram a mágoa num beijo para a poder partilhar.
Os frutos cresceram entre os dedos e nos cabelos pássaros de alegrias pousaram suavemente nas faces. Corados, maçãs, no rosto iluminado, profecia de um tempo que querem reviver.
Os joelhos batiam ao som de um sentimento que sabiam ser apenas deles. Olharam-se com ternura e miravam-se do canto do amar. Como a vida, viram o princípio, mas não o fim.
Alquimia fisicamente perpetuada em trocas descomprometidas.
Bailado de uma noite esquecida num amanhã que nunca chegou. As estrelas brilhavam no sorriso espontâneo. Constelação de passos lentos, sentidos, leves. Pernas desenhando no espaço gestos delicados. Esses abraços breves esperavam um chão de fogo.
Desejo de consolidar na fugacidade de um momento a união de ramos que cobriam pedaços de céu. Sem vacilo, um sonho pintou-se de verde e de repente voou para dentro de um olhar profundo. Na voz, as palavras eram asas inundadas de vida.
Raízes paradoxais. E na superfície do dia a noite profundamente nasce. Viram-se nesse instante. Sorriram quando queriam chorar e agarraram a mágoa num beijo para a poder partilhar.
Os frutos cresceram entre os dedos e nos cabelos pássaros de alegrias pousaram suavemente nas faces. Corados, maçãs, no rosto iluminado, profecia de um tempo que querem reviver.
Os joelhos batiam ao som de um sentimento que sabiam ser apenas deles. Olharam-se com ternura e miravam-se do canto do amar. Como a vida, viram o princípio, mas não o fim.
Alquimia fisicamente perpetuada em trocas descomprometidas.


4 comments:
a mudança da vida e uma lei cada mudança cada lei que criamos, mas todas leis tem os seus sentidos e alguns mesmo sem darmos conta são cheias de sentimentos q so seram leis partilhados. mas sem duvida um texto magnifico de largos horizontes e pra abertura de novas portas.
Pisco;)
para mim viver é escrever e escrever é viver.
será que um dia me conseguirei expressar como tu.
simplesmente belas e sentimentais palavras, aquelas que escreves.
simplesmente perfeito.
os meus parabéns.
beijos grandes
Inês.......
oi
so para pedir para passares no meu blog, no comentario ultimo que deixas te. esta la uma coisa para ti.
Por favor passa la quando puderes.
Beijo grand..
Como um qualquer pintor que tem na tela o prolongamento do seu ser, um escritor socorre-se das palavras para através delas construir sempre um novo nascer. Parabéns pelo texto.gostei..bjs
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