24 October 2008

Brno revisitado

No passado fim-de-semana fui até Brno para confraternizar com aquela malta que muito bem me soube aturar durante 9 meses. Por incrível que pareça, muito embora não tenha sido a primeira estadia por lá depois do meu regresso, só desta vez é que consegui, realmente, ter tempo para os visitar como merecem (bem, ainda me falta fazer mais umas digressões; ficam para breve e de preferência com amigos - para já a Catarina já alinhou- que não conhecem aquela segunda maior cidade da R.Checa- lá vou eu tentar ser uma cicerone e tentar estar à altura ...).
Na sexta, fui com os meus amigos, ex-companheiros de apartamento, para dois pubs comemorar o aniversário da Jana. Tragando kofola, a famosa pivo cá do sítio e experimentando, a conselho de uns checos ex-emigrantes na Austrália, um leite com rum e canela (nada mau, por sinal!!! O pior foi a mistura...:s) a conversa em dia e revivendo os melhores, isto é, os mais insólitos, momentos passados no 5 andar- sem elevador- da rua Kounicova.
O dia seguinte foi dedicado a um outro grupo de amigos, pertencentes à esfera do trabalho. Fomos todos para casa da Michaela (a minha melhor amiga em Brno) trocar dois dedos de conversa enquanto devorávamos os deliciosos bolos que a mãe dela faz!!!
Mas, no domingo, a saga da gula continuou, pois era o dia do nome da Michaela. Fui convidada para ir até casa dos seus pais e, claro, empanturrar-me de iguarias caseiras!!! Curiosidade, provei, pela primeira vez, carne de veado!!! Hms...Eu sei que me estragam com mimos...Mas, depois fomos colher maçãs e apanhar nozes para ver se fazíamos a digestão:D.
O dia já ameaçava terminar (já escurecia às 17h30), mas ainda tive tempo de estar com outros amigos, acompanhando-os numa pequena excursão por três galerias de arte sobre Design contemporâneo. Nada mau...A secção de que gostei mais foi a que dizia respeito à República Eslovaca, pelo humor negro, pela crítica...
Depois, foi descansar e ultimar a preparação de algumas aulas para segunda-feira, dia mais conhecido como non stop day.
Uma lufa-lufa, mas foi bom e mal posso esperar pela segunda dose, até porque não é a cidade em si que me cativa, antes as amizades que aí fiz e o percorrer de certos locais que me trazem à memória inúmeras emoções e sensações, porque dos monumentos qualquer viajante pode tirar fotografias, mas nunca consegue captar a essência de um determinado lugar num primeiro olhar.

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