19 August 2008

Utopos

Tenta-se encontrar um meio termo, um limbo para onde se canalizam os nossos medos, preocupações e frustrações, deixando-os ao aparente esquecimento. Mas, de repente, num fechar de olhos, o subconsciente traz ao de cima a frieza desse iceberg e ficamos a pairar...até que mergulhemos pela milésima vez para morrermos com ele. Porém, sabemos que no dia seguinte essa dor estará cada vez mais forte, mais penosa, inevitavelmente mais insuportável. E eis que o derradeiro dia chega e esquecemo-nos dos mundos possíveis que podíamos ter alcançado.
Fica uma desculpa, um cerrar de palavras carinhosas entre os dentes, um abraço...
Time is an empty room where I lie down alone
Living all by myself I can only have memories of a distant world
which consciousness is the music of my soul
where I keep your voice in secret
Living in an endless dream, I embrace the extremes of a loose trace
I know space are my eyes full of a colourless heart dancing in the silent dark
But where can I Be if I don't know where you Are?

4 comments:

Inesinhaa'' said...

Porque detesto encher os blogs com comentários enormes, para descrever a minha reacção para com este post deixo-te apenas 6 letras:
"Gostei"
Gostei e muito!
Bju

Hugo S. said...

Oh well, I'm at Nazareth, for now.
In a few days i'll be back home...

Clara Pacheco said...

Porquê compreender tudo literalmente?

Hugo S. said...

Porque é mais deivertido? E dá azo a ideias estranhas por parte de terceiros...