12 January 2009

Logos

Podia dizer-te muito do nada que orgulhosamente penso saber
Mas os lábios não precisam de se mover
Nem as palavras motivadas, desligadas do ser ontológico

Podia, mas devo dizer-te que nada devia poder

Mas a voz quer soltar-se como o pára-quedas colorido
No cinzento da minha palavra
Nem espero que se abra
Essa salvação para cerrar a língua de um signo que nada vale só
Só fico eu se não te digo, mas poder... não posso-dever, talvez

2 comments:

Anonymous said...

Oi


Iiiiiiipahh este poema e profundo!
:P
Continua o bom trabalho, mas ñ te eskeças k se tens algo a dizer basta dize-lo. ;)

Ps. foi-me bastante dificil na criticar + o poema, apesar de tar bom

Inesinhaa'' said...

Poema profundão!!!

Boas sintonias essas!!!

Não, nºao fiz um boneco de neve, achei melhor atirar e levar com bolas de neve! eheheh

beijinhO, adoro-te mamãe linda!!!
:P :-*