Quando procurava uns escritos meus de outrora, surgiu-me às mãos este gatafunho, que data de 2001, avisando-me para a redundância das vivências a que estamos sujeitos:
O tempo corrói, perece
Tenho medo do medo,
Da prece em segredo,
Medo do Cronos
Ansiedade do Cosmos
Angústia do Caos!
O tempo passa
A saudade alastra
Tudo parece em vão
Palavras no coração,
Sem nada
Com tudo
Sorte malfadada
Com o Mundo
Caos e Cosmos,
Sentido motivado
Reino conquistado
Sentidos arbitrários
Dura realidade,
Guerra dos templários
Conceito de totalidade?
Escapa-se no círculo da perfeição
Foge e refugia-se numa elipse
Transformação e ruptura…
Um Inventário Florestal em conserva
6 years ago


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